29 outubro 2014

RESENHA: Princesa Adormecida


Páginas: 192
Editora: Galera Record
Autor: Paula Pimenta
Sinopse: Era uma vez uma princesa... Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas essa princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal. Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está ao seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida. Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim...
Nota:

Oi pessoinhas, hoje vou falar um pouco desse maravilhoso livro da Paula Pimenta. Bem, confesso que não pensei que fosse gostar desse livro pois achava que era muito de "mulherzinha" pro meu gosto (penso isso de todos os livros da Paula, sorry), mas a cada livro de "mulherzinha", que eu leio acabo me surpreendendo mais e mais.

Não sei se conseguiram perceber mas, esse livro é uma releitura bem moderna de A Bela Adormecida ~sarcasmo~ e gostei muito da forma como a história se desenrola.

Nesse livro temos todo aquele clichê de contos de fadas, princesa, cara bonito, mulher malvada, etc. Mas ele nos trás isso de uma forma surpreendente boa e que nos faz enxergar a história com novos olhos. Mas ainda assim ele consegue ser tão fofo que até enjoa um pouco kkk'.

Quando Áurea era pequena a malvada Marie Mallevile (já imaginamos quem é rs) tentou matar a princesinha. Marie se sentia traída pelo pai de Áurea por ele ter se casado com outra mulher que não fosse ela (WTF?). Depois dessa tentativa falha ela resolveu que a princesa deveria morrer, jurando que até que a garota fizesse 18 anos ela não estaria segura. Depois disso Marie sumiu, e com medo de que ela possa voltar os pais da princesa forjam sua morte e a isolam com os três irmãos da rainha no Brasil.

O nome de Áurea agora é Anna Rosa e ela é uma jovem de 16 anos. Seus tios eram daqueles superprotetores, a mantinham em segurança, lhe davam conselhos e a amavam muito. Eles são a coisa mais importante do mundo pra ela, já que ela não se lembra dos pais. 

Mas essa superproteção dos tio estava impedindo a princesa de "viver" digamos assim, pois ela não podia sair da frente dos olhos deles, não podia sair com os amigos nem muito menos chegar perto de um garoto. Era só da escola pra casa. E isso já a estava incomodando.

Então um certo dia ela decidiu fugir para uma festa com suas amigas, e do nada ela começa a receber várias mensagens de um menino (que depois desse episódio ela fica louca para conhecer). Então sua vida começa a ficar mais interessante a partir daí e ela irá desvendar muitas coisas que não sabia sobre o seu passado.

De todos os livros da Paula Pimenta esse foi o que a capa mais me encantou, achei muito bem feita e vamos combinar que essa capa é uma graça..

Um fato que eu também gostei foi da escrita da autora, você tem uma leitura leve típica para jovens leitores que no final te deixa com um gostinho de "quero mais". Li esse livro em poucas horas devido a essa facilidade de leitura que a autora nos proporciona. Ela deixou seu talento de encantar a todas as idades bem óbvio ali. SUPER INDICADO!

22 outubro 2014

RESENHA: A Bailarina Fantasma


Páginas: 184
Editora: Biruta
Autor: Socorro Acioli
Sinopse: O Theatro José de Alencar é um lugar mágico. Foi construído em 1908 e graças aos cuidados que tem recebido, ainda conserva a mesma beleza e encanto do dia de sua inauguração. Parece inacreditável que seja possível sentar nas mesmas cadeiras em que tantas pessoas estiveram há cem anos, quando a cidade recebeu de presente essa jóia de arquitetura. Até hoje a empresa escocesa MacFarlane & CO, que forneceu o ferro para estrutura da sala de espetáculos, indica o Theatro José de Alencar como uma de suas obras mais bonitas, dentre tantas espalhadas pelo mundo. Além do material vindo da Escócia, a beleza desse teatro também conta com a obra de artistas plásticos, arquitetos e engenheiros brasileiros. Parece que os fantasmas gostam de teatros antigos. Com esse não é diferente. Há anos os funcionários e artistas que frequentam essa casa relatam histórias sobre uma bailarina jovem, bonita, quase transparente, que dança no palco pela madrugada, passeia pelos corredores e tentam fazer contato com alguém que não tenha medo do seu hálito gelado. A bailarina fantasma tem algo a dizer e uma história pra contar. Sua vida se confunde com a vida dessa casa centenária. Só alguém com muita coragem será capaz de ouvir.
Nota:

Bem, hoje vou falar desse livro "A Bailarina Fantasma". A editora mandou e quando a Lari me deu, julguei pela capa de primeira e imaginei que não iria gostar do mesmo. Porém, como podem ver, eu me enganei. O achei muito legal, a história em si é bem interessante e nos faz querer mais e mais.

Me surpreendi com o livro pois já havia postado aqui uma resenha de um dos livros (na verdade o único) livro da autora que tinha lido, mas não curti muito ai ela - a editora - me indicou esse, que ao contrário do outro eu adorei.

Nesse livro nós temos Anabela, uma garota de 14 anos que vive com o seu pai na cidade Travessa dos Anjos. Anabela perdeu sua mãe quando tinha sete anos, e desde que ela se foi, a pequena lhe escreve pequenos bilhetinhos contando um pouco como esta sua vida e enterra junto das flores favoritas de sua mãe afim de reportar a sua mãe tudo o que está acontecendo em sua vida no mundo dos vivos.

Seu pai Marcelo é um arquiteto que está desempregado. Já faz um tempo que está em busca de emprego então ele consegue um cuja tarefa seria restaurar um teatro bem famoso e antigo da cidade, o Theatro José de Alencar, e como ele adora os detalhes e a expressão de monumentos antigos não hesita em aceitar o trabalho.

Anabela fica muito feliz pelo seu pai ter conseguido o emprego que tanto queria. Marcelo diz que ela tem que o acompanhar todas as tardes ao teatro e a menina gosta muito de saber que poderá passar as suas tardes junto de seu pai.

Na noite antes de começarem as reformas eles vão assistir a uma apresentação de ballet no teatro, o show da noite será o clássico espetáculo Giselle. Anabela muito feliz convida sua melhor amiga Luciana para se juntar a eles, e ela aceita igualmente feliz.

Ao decorrer da apresentação Anabela percebe uma bailarina que parece não ser dali, ela era a mais bonita bailarina com movimentos muito graciosos pele clara e cabelos castanhos que caiam em cachos e um vestido de ballet azul (isso era o que mais a diferenciava das outras já que os figurinos das demais eram brancos). De repente no meio da apresentação a bailarina de azul começa a flutuar e dançar no ar, com isso Anabela se assusta e a bailarina percebe que a menina consegue enxerga-la. A bailarina chega perto e pergunta se ela consegue vê-la e pede que Anabela volte no outro dia.
Muito assustada a garota pensa em guardar isso pra si, mas acaba contando para Luciana, que obviamente não acredita em uma só palavra, mas no outro dia uma pessoa do teatro vem à casa de Anabela para entregar uma foto que as pessoas que estavam presentes tiraram para registrar aquele último momento antes da reforma. Luciana pergunta pra Anabela se pode abrir e ela diz que sim, então quando as duas olham a foto, percebem uma bailarina pálida vestida de azul do lado de Anabela e passa a acreditar naquela história que a mesma lhe contara.

"Assustada, Anabela olhou para o pai, para Luciana e para os demais espectadores, porém todos continuavam olhando para o palco, para a frente. Na platéia, ninguém parecia olhar para a bailarina que voava. Todos seguiam concentrados na dança das Willis. Menos Anabela"
Página 39

Luciana, para ajudar a amiga decide investigar melhor aquela história da bailarina fantasma. Ela faz umas espécies de entrevistas com algumas pessoas que frequentavam ou até mesmo trabalhavam ali.
A bailarina não se comunica com ninguém a não ser com Anabela. Ela pede que a garota a ajude com um pequeno favor que você só irá saber se ler mesmo...

A autora realmente conseguiu me prender do inicio ao fim com essa bela obra. Eu a li em apenas duas horas de tão focado e curioso que eu estava. Fiquei preeeeeso demais,

Ele é repleto de ilustrações do teatro, o que facilita muito na hora de visualizar os cenários. Além de, claro, ser muito bem escrito. Se tinha algum erro de ortografia ou concordância eu não percebi, pois o livro consegue mascarar qualquer imperfeição que tenha contido nele.

Eu recomendo esse livro a todos que gostam de um bom romance com uma pegada de suspense meio fantasmagórica, enfim gostei.

Ah, antes que eu me esqueça da notícia bombástica, a autora disse que terá uma continuação \o/.

14 outubro 2014

RESENHA: Subindo Pelas Paredes



Editora: Benvirá
Autora: Alice Clayton
Sinopse: A primeira noite de Caroline em seu novo apartamento é uma promessa de que dias – e noites – agitados virão. Ela não poderia imaginar que dividiria a fina parede do seu quarto com um cara capaz de deixar uma mulher completamente maluca na cama. Aliás, uma não Caroline já contou pelo menos três gritos e gemidos diferentes. Conviver toda madrugada com a animação do apartamento ao lado deixa Caroline ainda mais afundada na crise sexual que a acompanha há tempos. Mas ela nem sequer pode imaginar que o vizinho que ela abomina pode ser o único capaz de lhe trazer de volta seus orgasmos. Em Subindo pelas paredes, Alice Clayton mistura humor, paixão e boas doses de sensualidade, capazes de fazer qualquer uma cair de joelhos e se apaixonar.





Nota:

Fazia um bom tempo que não lia nada com um toque de erotismo. Não de forma explícita assim. Havia me saturado um pouco das histórias comuns achando todas com um toque meio repetitivo e isso acabou me fazendo evitar um pouco. Por isso que quando vi esse título, achei que não seria diferente, porém ao mesmo tempo, lendo a sinopse, achei que poderia me garantir algumas boas risadas e não me enganei.

Caroline é uma mulher independente que tem um trabalho bom e tem tudo para ter uma vida considerada perfeita. Exceto que não consegue ter um orgasmo desde a sua última transa, que foi desastrosa. Cansada de tentar, acabou se acostumando e entrando em um celibato de forma quase que forçada. A falta de sexo aos poucos a deixava mais e mais paranoica e mal humorada, tanto que quando na primeira noite em seu apartamento seu vizinho mostra que não é lá um cara muito comportado e santinho, e o ato se repete algumas noites seguidas - com mulheres diferentes gemendo a cada dia - Caroline vê sua paciência indo embora, afinal, ele parecia capaz de enlouquecer muitas mulheres, era lindo e tão arrogante quanto ela mesma. 

Não vou mentir que achei o começo do livro bem engraçado. Me garantiu boas risadas. É quente, engraçado e a Caroline narrando torna tudo mais cômico, porém conforme o livro foi passando da metade, aquele ritmo cômico e engraçado acabou aos poucos diminuindo e achei que a rotagonista ficou um pouco chatinha, ainda mais quando passou a se referir aos seus "O's perdidos" - leia-se: orgasmos - de forma repetitiva. 

Se indico? Claro. É perfeito para quem procura uma misturinha de romance, sexo e humor. Leitura de um dia ou uma tarde, afinal é um livro pequeno. Não me lembro de nenhum erro que tenha me incomodado ou que tenha atraído a minha atenção. Achei a capa bonita - apesar de a original combinar mais com a história. A minha maior tristezinha surgiu quando descobri que era uma série. Estou com tantas séries para completar que ando meio perdida mas essa eu terminarei, claro. Quero a continuação do romance entre a moça sexualmente frustrada e do Trepador de Paredes - trocadilho com o apelido que ela dá para ele por sua primeira impressão dele ser de um cara que fazia a parede do quarto dele tremer, ou seja, Wallbanguer. 

07 outubro 2014

RESENHA: O Ladrão de Crianças

Páginas: 432
Editora: Benvirá
Autor: Gerald Brom
Sinopse: Gerald Brom traz a clássica lenda do Peter Pan para os tempos atuais adicionando grandes doses de sadismo e fantasia. Aqui, Peter é um garoto meio humano, meio qualquer outra coisa, que seqüestra jovens pelas ruas de Nova York prometendo-lhes um paraíso sem adultos ou quaisquer regras. Mas, na realidade, eles nem imaginam que quem os esperam são os monstros e os mistérios da ilha de Avalon, onde é preciso ter muito sangue frio para sobreviver.

Com ilustrações do próprio autor, “O ladrão de crianças” é um romance de fantasia obscura que ao mesmo tempo encanta e assombra aqueles que seguem Peter em sua viagem sangrenta e delirante.






Nota:

Sou mais do que suspeita quando tenho que falar qualquer coisa relacionada ao Peter. Sim, me refiro ao Peter Pan. Sou tão fã do personagem criado pelo J.M. Barrie que cheguei ao ponto de falar do mesmo apenas com o primeiro nome. Como se fôssemos realmente amigos. E na minha mente desde pequena, somos sim. 

É quase impossível não sonhar e não ter vontade de sair voando por aí, afim de conhecer sereias, fadas, piratas, índios e viver grandes aventuras. Ainda mais quando somos crianças, cheias de vida e agitadas. Com a imaginação à mil que parece nos guiar. Talvez seja por isso que a história encantou e até hoje encanta a todos os que a conhecem. Seja pela adaptação cinematográfica da Disney quanto pela do diretor P.J. Hogan, dentre outras.

Quando ví esse livro dentre os da editora parceira Benvirá, logo fiquei animada. Tenho os livros da versão original e uma sequência autorizada feita pela autora Geraldine McCaughrean e adoraria ter mais um dentre eles que falasse do Pan. 

Claro, tenho que dizer que o livro é bem diferente do que estamos acostumados de Peter, mas isso não faz com que não gostemos do livro. O fato de ele ser diferente dessa forma foi o que mais me atraiu. Nele, Peter é o Ladrão de Crianças. Ele vaga pelas ruas durante à noite procurando por crianças desamparadas que estivessem dispostas a fugir de tudo e ir atrás dele, prometendo um lugar como nos sonhos de todos nós quando jovens, inspirando a confiança delas para que aceitem ir de bom grado. Mas, claro, o tal lugar não é exatamente como ele diz. É sombrio e repleto de criaturas diferentes, estranhas e muito perigoso. 

Durante a narrativa, vamos aos poucos conhecendo os personagens. Nele não temos Wendy e seus irmãos ou até mesmo a minha tão querida Sininho, porém há mais deles ali do que pensamos. Gerald escreveu uma trama incrívelmente bem elaborada, tão parecida e ao mesmo tempo tão diferente. Pegou tudo o que há de sombrio em Peter e se concentrou naquilo, transformando um conto de fadas em algo com o estilo parecido ao horror fantástico. 

Apesar de ter adorado as ilustrações do livro, que combinavam perfeitamente com os personagens e momentos - provavelmente porque foram feitas pelo próprio autor - a narrativa foi o que mais gostei. Bem escrito, detalhista sem ser cansativo e sombrio no tom certo. O final pode decepcionar alguns, porém se isso aconteceu com você, releia e reflita um pouco, que vai perceber que não poderia ter sido melhor. Indico bastante a leitura, principalmente para os fãs de mente aberta e mais velhos, claro. Porque o autor transformou uma história infantil em algo quase exclusivo para adultos.

03 outubro 2014

RESENHA: Poder


Páginas: 224
Editora: Única
Autor: Sarah Pinborough
Sinopse: Acordar uma princesa pode ser letal. Para fãs de Once Upon a Time e Grimm, a série Encantadas prova que contos de fadas são para adultos! Quando um príncipe mimado é enviado pelo seu pai para tentar desvendar os mistérios de um reino perdido, ninguém imagina os perigos que ele encontrará pela frente! Acompanhado da figura sóbria e sagaz do Caçador e de Petra, uma jovem valente que possui uma ligação muito forte com a floresta, o príncipe acaba encontrando um reino adormecido por uma estranha magia. Todos os seres vivos foram cercados pela densa mata e estão dormindo, em um sono pesado demais, que só poderia vir da magia. Mas que tipo de bruxaria assolaria uma cidade inteira e seus habitantes? E, principalmente, quem faria mal a uma jovem rainha tão boa e tão bela? A não ser, claro, que os olhos não percebam o que um coração cruel pode esconder.. Poder é o terceiro volume da trilogia Encantadas, e traz como história principal o conto da Bela Adormecida. Porém, esqueça os clichês tradicionais e se entregue a uma nova visão dos contos de fadas, em que heróis e anti-heróis precisam se unir para não perecerem a beleza superficial de princesas e rainhas egocêntricas e aos príncipes em busca de aventuras.

Nota:

Oi pessoinhas, a resenha de hoje é de nada mais nada menos que um livro incrível: Poder. Se você assim como eu é viciado em Once Upon a Time (ou "Era Uma Vez"  ¬¬ ), provavelmente irá adorar essa trilogia também que nos mostra que nem tudo acaba em "Felizes para sempre", que nos dá outra perspectiva dos contos de fada.

Esse é o terceiro e último livro da trilogia. Assim como em Veneno o foco foi a Branca de Neve e em Feitiço foi a Cinderela, em Poder a princesa que tem destaque é a Bela Adormecida mas também tem partes de A Bela e a Fera e Chapeuzinho Vermelho misturados ali como nas anteriores que tiveram até uma participação de João e Maria e Alladin.

Nesse livro, o Príncipe e o Caçador são obrigados a fazer uma perigosa jornada até a cidade perdida que está presa em uma estranha maldição. O rei e rainha esperam que com essa aventura o seu filho tenha mais "responsabilidades" - mudança que eu não notei ... 

Com o passar das páginas, se junta a eles, Petra. Uma garota muito valente e destemida que vive pela floresta com o seu capuz vermelho. Os três acabam descobrindo coisas bem importantes sobre a história.

Quando chegam na cidade eles percebem que tudo e todos estão dormindo, e depois que entram no castelo eles percebem a presença de uma bela jovem que também dorme em um sono profundo. Depois da princesa despertar todos que dormiam ali acordaram. E por um momento tudo parece bem, mas como nem tudo é o que parece (principalmente nessa trilogia) ainda acontecem muitas reviravoltas, segredos, revelados e coisas do tipo. 

Ah, quase que esqueço de dizer que nesse livro tem algumas coisas que te ajudam a entender melhor o primeiro e o segundo, alguns buracos que a autora deixou e que você deve ter percebido, são tapados nesse desfecho.

Eu particularmente gostei muito mais desse do que dos outros ele só perde talvez para Veneno (mas eu disse talvez). Achei uma pena ser uma trilogia, por mim eles poderiam fazer de todos os contos de fadas. 

Gostei bastante da escrita da autora, bem explicativa, nada maçante. Eu leria sem problemas um livro dela que tivesse mil páginas e ainda assim pareceriam apenas cem (olha o exagero aí gente kk). Ela escreve realmente bem e seguiu ótimamente a premissa. Como disse, Veneno foi meu preferido mas outros dão o título de melhor da trilogia para Poder. Que tal você ler e tirar suas próprias conclusões? Boa noite, apimentados! :*